A partir de agora, deixo a lógica para os matemáticos.
A mim interessa a filosofia dos magos, dos bruxos.
Essa coisa toda de universo, destino, de “o que tiver de ser será”.
Tenho fé que o caminho das estrelas é mais cheio de mistérios que o resultado de dois mais dois.
Chega de sentimentos calculados, conversas analisadas, de querer o que não posso ter.
Além do mais, tem todo um charme não saber o por quê.
Que eu diga amém a todo instante que me surpreende, que me emudece, que me confunde.
Que eu entenda cada vez menos.
Abro mão, definitivamente, da monotonia da exatidão.
Sabrina Davanzo
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