terça-feira, 6 de março de 2012

Namorar...



" ... é algo que vai muito além de cobranças. É cuidar do outro, é telefonar... só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão pra enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para AMAR. Somos livres para optarmos, ser feliz não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento."

Lucila em Amar Faz Bem






Não faça juras que você sabe não ser capaz de cumprir.
 Não prometa aquilo que seu coração jamais conseguirá cumprir.

Mas, há quem, por orgulho ou ressentimento, não pede e se julga com direitos pessoais de ser atendido de imediato e com exclusividade, dominado pelo egoísmo de nunca ser preterido em suas exigências e desejos atrabiliários. Por isso, não bate à porta fechada, em sua busca, mas exige que as portas se abram em seu absoluto favor. É como quem fecha os olhos em plena luz solar e, assim, não vê a luz, que ali sempre esteve presente. Quanto mais o homem bate na busca decidida e sincera, desperta em si uma condição mais favorável para a receptividade espiritual.

Ramatís


segunda-feira, 5 de março de 2012





Hoje, 05 de março de 2012 é o 125° aniversário do maestro e compositor brasileiro, Heitor Villa-Lobos. Ele é considerado por muitos um revolucionário que rompeu com a música tradicional no Brasil e se tornou o maior personagem do modernismo no país. A sua fonte de inspiração estava nas canções folclóricas, indígenas e populares. Entre as obras mais renomadas estão: "Cair da Tarde", "Canção de Amor" e "Xangô".

A agenda - LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO


Um homem chamado Cordeiro abre a agenda em cima da sua mesa de trabalho e vê escrito: "Comprar arma”. 

Ele não se lembra de ter escrito aquilo. Como tem agenda justamente para ajudá-lo a se lembrar das coisas, compra uma arma, mesmo não sabendo para quê. 

No dia seguinte, vê na agenda: "Marcar almoço com Rodrigues." 

Mais uma vez, não se lembra de ter escrito aquilo, nem tem qualquer razão para almoçar com o canalha do Rodrigues. Mas marca o almoço. Durante o qual ouve do canalha do Rodrigues a notícia de que pretende se afastar da companhia e vender sua parte ao canalha do Pires, que assim terá a maioria e mandará na companhia, inclusive no Cordeiro. 

Cordeiro insiste para que Rodrigues venda sua parte a ele e não ao Pires, mas 

Rodrigues ri na sua cara e ainda por cima não paga a sua parte no almoço. 

Naquela tarde, Cordeiro vê na sua agenda: "Matar Rodrigues. Simular assalto." E o dia e a hora em que deve acontecer o assassinato, sublinhados com força. 

E na mesma folha: "Providenciar álibi: lancha." 

Lancha? Cordeiro vira a página. Lá está o plano, meticulosamente detalhado. 

Sair com a lancha no domingo, assegurando-se de que todos no clube o vejam sair com a lancha, encostá-la em algum lugar ermo onde deixou seu carro no dia anterior, ir de carro até a casa de Rodrigues, matá-lo, jogar a arma fora, voltar de carro para a lancha e voltar de lancha para o clube, onde todos o veriam chegar como se nada tivesse acontecido. 

É o que faz. 

Na segunda-feira, Cordeiro arregala os olhos e finge estar chocado quando chega à firma e ouve do Pires a notícia de que houve um assalto no fim de semana e o Rodrigues foi baleado, e está morto. 

Pires revela que estava desconfiado de que Rodrigues iria vender sua parte na 

companhia a Cordeiro. Pretendia marcar um almoço para discutir o assunto com o canalha do Rodrigues, mas no dia Rodrigues dissera que tinha outro compromisso para o almoço. 

Na saída do escritório, Pires diz que na última reunião dos três sócios tinha saído por engano com a agenda do Cordeiro e pergunta se por acaso o Cordeiro não ficou com a sua agenda. 

Ou então: 

Na segunda-feira, Cordeiro arregala os olhos e finge estar chocado quando chega à firma e ouve do Pires a notícia de que houve um assalto no fim de semana e o Rodrigues foi baleado, e está morto. 

Os dois marcam uma reunião para tratar do que fazer com a parte do Rodrigues,mas não chegam a um acordo e brigam. Naquele mesmo dia, Cordeiro vê escrito na sua agenda: "Incriminar Pires." 

É o que faz. Orientado pela agenda, consegue plantar pistas falsas e convencer a polícia de que Pires matou Rodrigues porque este pretendia vender sua parte na firma a Cordeiro. Com Pires afastado, Cordeiro assume o comando da firma e a faz crescer como nunca ― sempre seguindo as ordens da agenda, que não erra uma. 

Até que um dia a agenda lhe manda juntar todo o dinheiro em caixa na firma, vender o que for possível para levantar mais dinheiro e jogar tudo na bolsa. "Agora!”, ordena a agenda. 

Cordeiro jogou na bolsa todo o dinheiro que tinha, o seu e o da firma. Foi na véspera da grande queda. Perdeu tudo. Quando consultou a agenda de novo, desesperado, sem saber o que fazer encontrou apenas a frase: "Quem entende a bolsa?”. 

E no dia seguinte: 

"Comprar arma”








Para minhas amigas (peruas como eu) de plantão....








Sonho de Consumo.....


E é da Fiat tá!!!!

CHRYSLER PT CRUISER


CARRO DE IMAGEM, O IMPORTADO DA CHRYSLER TEM COMO PONTO FORTE A 

VERSATILIDADE E UM BOM CONJUNTO MECÂNICO






Ele chegou ao Brasil em janeiro de 2001, após atrair todos os holofotes no Salão do Automóvel de São Paulo de 2000. De estilo inspirado nos hot rods americanos dos anos 50 e 60, o PT Cruiser reunia design saudosista a tecnologia moderna. Não demorou para arrebatar uma horda de fãs. No site de relacionamentos Orkut, há 16 comunidades em homenagem ao PT, que contam com até 2900 membros.

No início, só havia a versão Limited, com câmbio automático de quatro marchas. A lista de série era generosa: ar-condicionado, ABS, airbags frontais e laterais, vidros e travas elétricas, rodas de liga leve, computador de bordo, direção hidráulica e bancos de couro. Em 2002, ganhou o câmbio seqüencial, também de quatro marchas, chamado AutoStick, que existe até hoje. Na versão 2005, a Chrysler trocou o motor 2.0 16V com 141 cavalos por um 2.4 16V, que rendia 2 cavalos a mais e 14% a mais de torque (de 19,2 para 21,9 mkgf).

A maior cartada veio no início do ano. A Chrysler lançou o PT Cruiser Classic, vindo do México a 75000 reais. Esse modelo só difere do top de linha Limited pela lista de equipamentos menos recheada. Faltam airbags laterais, bancos de couro e rodas de liga leve. Por ser tão acessível, o Classic micou os Limited seminovos, fabricados de 2004 em diante, que por enquanto são mais caros que o básico novo.

http://quatrorodas.abril.com.br








sábado, 3 de março de 2012

Bicicleta: forma de lazer ou modo de transporte?


Itaú e Bradesco estão disputando quem poderá instalar um sistema de aluguel de bicicletas na cidade de São Paulo. O Itaú já explora o serviço no Rio de Janeiro, desde outubro do ano passado, em parceria com a prefeitura. Lá o sistema conta com 600 bicicletas, espalhadas em 60 pontos de bairros da zona sul e do centro. Não é muito difícil imaginar onde serão os pontos de aluguel em São Paulo…

Aqui a previsão é de que sejam disponibilizadas entre 3 mil e 5 mil bicicletas, com a primeira hora de uso gratuita, como acontece no Rio. A partir da segunda hora são cobrados R$ 5 por hora, mas não há limites no número de viagens diárias — com um cadastro mensal que custa R$ 10,00 é possível realizar várias viagens diárias desde que cada viagem não ultrapasse 60 minutos e que haja um intervalo de 15 minutos entre cada uma.

Poder acessar uma bicicleta para percorrer pequenos percursos ao longo do dia é, evidentemente, uma iniciativa muito positiva, mas, tanto pelo baixo volume de bicicletas (para se ter uma ideia, em Paris, um sistema semelhante disponibiliza 20 mil bicicletas em 1.800 estações), quanto pelo custo e modelo (várias pequenas viagens ao longo do dia), o sistema termina sendo voltado muito mais para lazer e turismo do que para as necessidades da população que realmente usa a bicicleta como meio de transporte diário, sobretudo casa-trabalho ou casa-escola.

O mesmo podemos afirmar em relação às iniciativas recentes de implantação de ciclofaixas e ciclovias nas cidades brasileiras — como é o caso das ciclofaixas de domingos e feriados em São Paulo, que hoje conectam parques da zona oeste e sul, ou das ciclovias à beira mar em algumas cidades. Nada contra sua existência, apenas cabe a pergunta: a que ciclistas elas atendem?

O fato é que iniciativas como essas não dão conta da real demanda da população com relação ao transporte não motorizado (a pé e por bicicleta). Segundo a última pesquisa Origem e Destino do metrô, aplicada na Região Metropolitana de São Paulo, esse tipo de deslocamento teve um aumento de 18% entre 1997 e 2007. De acordo com a pesquisa, em 2007, dos 304 mil usuários de bicicleta de São Paulo, 61,5% tinham renda familiar de até R$ 1.520,00. Além disso, 22% das viagens de bicicleta têm por motivo o alto custo da condução e 57%, a pequena distância da viagem – imagino que aí estejam incluídas as milhares de pessoas que se deslocam de bicicleta até a estação de trem e de lá seguem para o trabalho em várias regiões do município ou em cidades da Região Metropolitana, como Suzano, Mauá e outras. Segundo reportagem especial do Jornal da Band esta semana, mais da metade das 60 milhões de bicicletas que existem hoje no país são usadas pela população para ir ao trabalho.

Para essas pessoas, para quem a bicicleta é meio de transporte cotidiano, é preocupante a quase total ausência de políticas públicas de mobilidade urbana que incluam a bicicleta como modo. É importante lembrar que, no ano passado, a Secretaria de Transportes de São Paulo tinha previstos em seu orçamento R$ 15 milhões para o desenvolvimento do Plano de Mobilidade da cidade e nada fez; isso também vale para outras cidades: em Fortaleza, por exemplo, desde 2010 foi aprovada a Lei 9.701, que trata do Sistema Cicloviário, mas suas determinações nunca saíram do papel.

É muito positivo que em nossas cidades estejam crescendo, ainda que lentamente, a quantidade de ciclovias e ciclofaixas e que sistemas de aluguel de bicicletas estejam sendo implementados. Mas essas iniciativas precisam ter foco e prioridade, ou seja, precisam ser parte de políticas de mobilidade que compreendam a bicicleta como meio de transporte utilizado por milhares de pessoas nas cidades.

Raquel Rolnik
Raquel é urbanista, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e relatora especial da Organização das Nações Unidas para o direito à moradia adequada.


sexta-feira, 2 de março de 2012


Problemas são pequenos demais, para destruir nossos sonhos !

nem sempre meu sorriso foi verdαdeiro, nem sempre αs escolhαs que fiz forαm αs corretαs, nem sempre αs pessoαs que escolhi permαnecerαm do meu lαdo, nem sempre meu sonho se reαlizou, nem sempre minhα opinião foi αceitα, nem sempre fiz o que quis. não vivemos exαtαmente o que sonhαmos, vivemos o que cαtivαmos, o que nos foi guαrdαdo, o que merecemos. gerαlmente sofremos quαndo esperαmos αlgo de αlguém; o ideαl é não esperαr nαdα de ninguém, e se surpreender com cαdα αto, cαdα inesperαdo tão esperαdo ocultαmente. esquecemos que estes são humαnos, e como tαl, errαm. todos nós somos felizes e prα todos nós o sol continuα brilhαndo. devemos sαber perder. devemos viver e αproveitαr o que nos foi oferecido, sem mαis demαis, e αpesαr de todos os αpesαres.


"Rafaela Carolina"







‎"Vai menina... Deixa o vento bagunçar teu cabelo, 
tuas regras e tuas certezas. Deixa levar esse teu medo de amar. 
A tristeza? Deixa levar! 
Deixa o vento tirar as travas desse sorriso lindo, abrir as janelas 
do coração, e tua saia levantar.
 Deixa que o vento te ensine a delícia que é viver para voar." 







Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber. Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências. Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos. E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar.

Caio Fernando de Abreu 






O que eu sinto quando converso com você, já não são borboletas no estomago, é um furacão, uma tsunami de sentimentos inimagináveis. São uns calores, um medo, alegria ah, são tantas coisas que sinto meu bem. 


Maria Celina.